terça-feira, 4 de maio de 2010

Uma noite silente denuncia mais do que eu preciso saber. O medo de olhar as verdades que deixo para trás me paralisa. Não sei bem ao certo como proceder. Sinto-me sozinho, incapaz, e olhando um pouco para a frente, derrotado também. Baixo os olhos. É assim que tem sido nos últimos dias. Olhos mirando o chão. Nada de orgulho, nada de coragem, nada de novo. Somente o mesmo. Apenas uma vontade não volta mais: a de perecer, de dar cabo a minha existência.
Miro minha meta... ela está tão longe quanto possa estar as estrelas de nós, humanos.
Eu amo vocês, minhas três coisas queridas e amadas da minha vida. E fico pensando numa quarta coisa, e no quanto me separei dela. Quero voltar, mas ainda não é a hora.
Por isso choro. E minha garganta dói de conter os gritos de solidão e desespero.

Um comentário:

Anônimo disse...

ui!! te amooo!! N morre tem muita gente q te amaaaaa!!!bjosssss
Eu